sábado, 10 de fevereiro de 2007

RAFTING NO RIBERÃO AS LAJES - RJ


Ver fotos e relatório na íntegra dessa aventura no sitehttp://toperambulando.com.br/

O pessoal foi dividido pelos quatro botes: Camila, Juliana, Rafael, Flavia, Thiago, Gabriel, Diego e Vinícius seguiriam no bote azul com o Marcelo como guia; Eu, Herbert e Rafael e mais cinco pessoas de outro grupo seguiríamos no bote vermelho tendo o Scooby como guia. Já na água, o Scooby nos orientou quando aos comandos de remada, informações básicas e necessárias para que conseguíssemos remar o bote corretamente. Também aprendemos à posição correta que deveríamos ficar na água caso caíssemos, e como voltar para o bote novamente. No caso de que alguém venha a se distanciar do bote depois de uma queda na água, os caiaques estariam prontos para fazer o resgate.

Começa a aventura…

Logo no início da descida encaramos a corredeira da ponte, uma seqüência de ondulações que jogava água pra todo lado, refrescando o pessoal do bote. A seguir passamos por um pequeno trecho de remada para direcionar o bote para o meio do rio, e então passamos a ser levados pela correnteza, apreciando a bela paisagem ao redor. Um pouco mais adiante, o Scooby avisou que iria virar o bote para simular uma situação real que poderia acontecer na próxima corredeira. Ele pediu para as pessoas passassem para um dos lados do bote, e com o auxilio de uma fita presa no lado oposto, o tombou, e todos caímos na água. Parece fácil, mas embarcar no bote novamente não é moleza, requer um pouco de força e técnica, mas todos conseguiram. A próxima corredeira, a Coroado, era a mais perigosa. Iríamos passar por um desnível de mais de 2 metros e com grande turbulência. Os quatro botes estavam próximos à margem aguardando o sinal para seguir. O nosso seria o segundo, e o dos meninos no bote azul iria em seguida.































sábado, 14 de outubro de 2006

PEITO DO POMBO - SANA/RJ



Não eram 6:00h quando saímos de carro para encontrar com o restante do grupo em Rio Bonito. O tempo estava bom e a previsão era de uma ótima caminhada. Sana, distrito do Município de Macaé, fica distante cerca de 180Km da cidade do Rio de Janeiro, para chegar lá roda-se pela BR101 até o entroncamento com a rodovia Serra-Mar. Seguimos por esta, por cerca de meia hora, depois, saímos do asfalto e mais uns 40 minutos por uma estradinha de terra e pronto! chegamos em Sana. Achamos um camping onde estacionamos, pegamos o equipamento, enchemos os cantis com água e, pé na trilha! Éramos em numero de 15 pessoas com idades entre 12 e 70 anos, todos sócio do CEB – Clube de Excursionistas Brasileiro e tínhamos como guia o Horácio e a Nazaré. Entramos na trilha por volta das 9:00h e a previsão eram de 3:30h de caminhada. Da trilha dava para ver a pedra, e realmente parecia com um pombo pousado no topo da montanha. Seguimos passando por porteira, atravessando vales e cruzando rios. Somente a parte final do percurso foi um pouco cansativa com uma subida bastante íngreme no meio da floresta, o que não foi nenhum problema para o nosso mascote Gabriel, mas com 12 anos, até eu. Mas valeu ! o visual no alto da pedra é belíssimo com uma visão de 360º de todo o vale. Depois de um bom lanche e muitas fotos iniciamos o caminho de volta. Calculamos que em 2:30h estaríamos lavando nossas almas nas belíssimas cachoeiras da região. Promessa cumprida, a descida foi longa mas tranqüila, estávamos todos cansados e a água gelada da cachoeira nos revigorou. Depois seguimos para a praça principal (e única) de Sana para aquela cervejinha de confraternização. Não demoramos muito, nos despedimos e começamos a viagem de volta, afinal tínhamos uns 200Km pela frente. O Thiago veio dirigindo, eu e o Gabriel preferimos dormir.

Ver mais fotos e relatório na íntegra dessa aventura no sitehttp://toperambulando.com.br/



















sábado, 19 de agosto de 2006

MORRO DA FAXINA - PARQUE ESTADUAL DA PEDRA BRANCA/RJ



Segui, junto com vários amigos até um local chamado Piabas, nas proximidades do Recreio dos Bandeirantes na cidade do Rio de Janeiro. Estacionamos os carros e iniciamos a subida da trilha às 09:30h.
O dia estava ensolarado, porém com muita nebulosidade e assim, sem muita dificuldade percorremos a trilha, apesar de apresentar algumas subidas, e possuir uma vegetação de Mata Atlântica bastante preservada. Em aproximadamente 1 hora chegamos a base do cume. O cume do Morro da Faxina apresenta um grande monolito e para chegar ao seu topo, somente é possível escalando-o. Com todos os equipamentos preparados começamos a escaldada, sempre em pares, esta etapa foi bastante demorada, pois todos os requisitos de segurança foram utilizados.
Do cume a 410 metros de altitude, que na realidade é um afloramento rochoso, descortina algumas das melhores vistas do Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca e dos morros circundantes. De lá, além das matas e da praia destes bairros, é possível visualizar também um pedacinho da Restinga da Marambaia,além do Morro do Telégrafo, da Serra Geral de
Guaratiba, e do Maciço da Pedra Branca. De lá também identificamos alguns picos do Maciço da Tijuca, e o que mais chamava nossa atenção era o contraste da paisagem entre a vegetação muito verde e o mar de um azul intenso, que nos presenteava com um cenário indescritível para os nossos olhos e poque não para o nosso coração.
Após uma hora de contemplação desses belos visuais e dos harmônicos cantos dos pássaros ali presentes, e de inúmeras fotografias retratadas, começamos o retorno. A descida, embora novamente pausada e cuidadosa por conta da irregularidade do terreno, foi rápida. Chegamos em 50 minutos até onde estavam nossos carros. Cabe ressaltar aqui, que apesar dessas belas paisagens da Cidade Maravilhosa, notamos também uma ocupação urbana agressiva e desordenada agravada a cada ano em alguns pontos, gerada sobretudo por um modelo de desenvolvimento arcaico e num crescimento sem limites. Muito preocupante.