segunda-feira, 4 de novembro de 2013

DOLE / MACHERMO (4.400m) - NEPAL

6º Dia :  Dole / Machermo (4.400m)
Trekking ao Campo Base do Everest.
Fomos acordados pontualmente as 6 horas da manhã pelos sherpas, que integrados totalmente ao grupo, já nos conhecia, chamando-nos até pelos nossos nomes e como vinha ocorrendo todos os dias trazendo aquele chazinho milagroso e quentinho para espantar um pouco de frio. Como foi falado no dia anterior pelo Manoel Morgado a trilha neste dia foi uma das mais tranqüilas, entramos no coração do Himalaia, com subidas e descidas pouco íngrimes pela encosta do vale de Gokio, tendo o rio Dudh Pokhari aos nossos pés, quando tivemos a oportunidade de observar pela primeira vez no horizonte durante boa parte do percurso a linda vista da sexta mais alta montanha do planeta, toda coberta de neve, o imponente Cho Oyu com 8201 metros. Uma imagem de tirar o fôlego. Felizmente a facilidade mencionada por nosso guia se concretizou e em apenas 3 horas o grupo chegou ao Nangyal Lodge Restaurant em Marchermo, Antes do almoço comemos batatas e subimos através da crista de uma montanha próxima ao lodge até a altitude de 4700 metros, que fazia parte do plano de aclimatação, de onde avistamos novamente o Monte Everest, o maior do planeta. Almoçamos um pouco tarde e o restante do dia serviu para descanso.

domingo, 3 de novembro de 2013

KUNDE / DOLE

5º Dia :  Kunde / Dole (4.000m)
Expedição ao Campo Base do Everest
Cedo tivemos uma notícia que um dos integrantes do grupo encerraria sua participação no trekking, por sentir-se mal a alguns dias e não apresentar nenhuma melhora, e por avaliação própria achou que poderia piorar nos dias seguinte e decidiu voltar. Um dos sherpas foi designado para acompanhá-la até Lukla e nos despedimos após o café da manhã, com uma sensação de perda para todo grupo.
Noite mal dormida, não acordei legal, porém resolvi seguir em frente, na saída do vilarejo de Khunde, pegamos um bom trecho de trilha bem plana ate a aldeia de Kunjung, o que me fez recuperar um pouco, e onde passamos por algumas lojinhas e numa delas paramos para experimentar uma deliciosa torta de maçã. Neste local também pode ser interessante visitar o museu onde está exposto um suposto crânio de yeti, o pé grande ou abominável homem das neves do Himalaia. Continuando a caminhada separamos definitivamente da trilha que leva diretamente ao Campo Base do Everest e pegamos uma trilha em direção aos lagos de Gokio, subimos uma longa e estreita trilha que nos levaram até um pequeno passo bem no alto da montanha, de onde obtivemos uma bela vista panorâmica de toda região, inclusive do monte Lhotse, um dos mais altos do mundo, do Thamserkur e do Katenga. Descemos depois um bom trecho até o fundo do vale do rio Dudh Kosi e próximo as suas margens almoçamos. A esta altura do campeonato eu já me sentia totalmente recuperado, acho que o incentivo e o bom humor do grupo, cada vez mais coeso, afetou positivamente meu estado físico e psicológico. Após o bom almoço, acho que estava com muita fome, pois não tinha me alimentado adequadamente no jantar, pegamos a trilha novamente e seguimos sempre subindo pela encosta esquerda do Vale de Gokio que nos reservou visuais incríveis, com florestas de rododendros, a flor rosa que é símbolo do Nepal, que infelizmente não estava na época e picos cada vez mais abruptos e altos. Ama Dablam, uma das montanhas mais lindas do Himalaia, acompanhou-nos boa parte do caminho. Também foi possível enxergar o próprio Everest, Lhotse e Cho Oyu, todos com mais de 8.000 metros. Chegamos após 5 horas de caminhada ao nosso destino neste dia, o Lodge Resort Dole a 4000 metros de altitude. Neste dia, caminhando fora da trilha tradicional para o Acampamento base percebemos um número bem reduzido de montanhistas, carregadores e até mesmo de iaques transportando mercadorias.

sábado, 2 de novembro de 2013

THAMO / KUNDE - NEPAL (3.700m)


Expedição ao Campo Base do Everest
Deixamos Thamo divididos em dois grupos, a turma que ia fazer o trecho íngreme em off road com Manuel Morgado e o outro grupo que seguiria pela trilha demarcada, a rota tradicional, com um ganho de altitude mais suave. Eu e Herbert, juntamente com outros amigos preferimos a última opção, julgamos não ser necessário um desgaste físico maior nos primeiros dias de trilha que poderia comprometer nosso objetivo no final do trekking.
Após a saída do lodge andamos quase 2,5 horas até chegarmos a uma pista de pouso bem rudimentar em Syangboche, que atualmente é utilizada somente por helicópteros. Ali obtivemos belas fotos do Everest e do Ama Dablam, que é considerada por muitos como a montanha mais bonita do mundo. Sim, caminhar em altitude cansa, mas basta parar um pouco, respirar fundo, olhar as montanhas e ficamos renovados para seguir em frente. Continuando na trilha nosso grupo chegou a Kunde, situada num lindo vale em forma de ferradura a 3700 metros de altitude, onde encontramos um dos hospitais mantidos pela Hillary Foundation, que se preocupa em atender turistas, guias e carregadores com problemas de altitude. Como nosso grupo chegou primeiro almoçamos, descansamos e saímos para subir o Khunde Peak, uma caminhada pela crista da montanha até os 4000 metros que fazia parte da aclimatação. Em certo trecho da subida encontramos descendo a turma que fez o off-road. Confesso que esta subida não me fez bem.
À noite, Manoel Morgado fez uma explanação sobre medicina de altitude. Afinal, estávamos subindo cada vez mais e saber que sintomas poderiam indicar algum problema é importante em qualquer caminhada de altitude. Inclusive com demonstração de como usar a câmara hiperbárica.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

NAMCHE BAZAAR / THAMO - TREKKING AO CAMPO BASE DO EVEREST -NEPAL


Expedição ao Campo Base do Everest
Sob um céu extremamente azul nosso grupo saiu da rota tradicional de trekking para o acampamento base e seguiu na direção norte para o vale Thame, portão de entrada para o Tibet. Na saída de Namche encontramos várias stupas, rodas de oração, e pedras com textos sagrados entalhados, sempre passando ao lado direito, ou tocando com a mão direita estes símbolos do budismo. Realizamos parte da trilha em meio as florestas de coníferas e rododentros que completam o espetacular cenário deste trecho, onde vimos pela primeira vez o faisão real, ave símbolo do Nepal e paramos nas proximidades de um rio em Lawudo, outro local para abastecimento de água, onde o Manuel Morgado propôs ao grupo a saída da trilha normal mais longa, por uma mais curta em off road, com cerca 100m de um aclive bem mais acentuado, esta opção seria da responsabilidade de cada um para verificar o seu desempenho para executar um trecho maior no dia seguinte.
O grupo ficou dividido, porém todos chegaram praticamente juntos ao destino, ou seja, a um pequeno monastério situado a 3800 metros acima de Thamo, que fazia parte do nosso plano de aclimatação. Fomos carinhosamente recebidos pelos monges, inclusive Ani, única monja que reside neste lugar a mais de 20 anos, almoçamos batatas cozidas com manteiga, temperados com yerma, um tempero local. Logo após aprendemos mais a filosofia budista com uma meditação para o grupo, conduzida por um monge israelense que visitava o mosteiro. Passamos algumas horas de paz e harmonia neste tranqüilo refugio localizado bem no alto da montanha e cercado por elas, ainda mais contemplados com a hospitalidade dos monges que contagiaram a todos, com certeza saímos dali abençoados por eles e por Chomulongma, a Deusa Mãe da Terra, que nos protegeria até o fim de todo trekking. Seguimos em direção ao Lodge Maya no pequeno vilarejo de Thamo, passando antes no lindo Monastério de Thamo, totalizando aproximadamente 5 horas de caminhada. Apesar do dia ser cansativo, pois saímos de 3400m para 3800 e voltamos para 3400 metros, com muitas subidas e descidas, o dia foi recompensado com belas paisagens das Montanhas Thamserku, Conduri e Ama Dablan. Este processo de subir em um lugar com altitudes mais elevadas e dormir em regiões mais baixas no ar rarefeito é conhecido como “climb high-sleep dowm”, sendo muito utilizado nos acampamentos acima dos 4000 metros.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

MONJO / NANCHE BAZAAR(3.400m) - NEPAL - Trekking ao Campo Base do Everest


Expedição ao Campo Base do Everest
A partir deste dia, seríamos acordados pontualmente às 06:00 da manhã, com um “bôo dia” por nossos simpáticos e atenciosos sherpas que batiam na porta de cada quarto com uma xícara de chá para cada um de nós.
Após a saída de Monjo, seguimos a trilha pelo Vale do Dudh Kosi e passamos pelo Centro de Visitantes bem na entrada do Parque Nacional Sagamartha, considerado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, onde 0 Manuel Morgado demonstrou novamente através de uma maquete ali exposta, todo seu conhecimento das montanhas do Himalaia, permitindo a todos uma pequena visão do que teríamos que enfrentar nos próximos dias de trilha. Ao entrar no parque obtivemos uma visão espetacular do Monte Thamserku com seus 6618m de altitude. Continuamos caminhando ao longo do leito do rio Dudh Koshi, ladeado por uma bela floresta de pinheiros, pegando depois uma grande subida e atravessando inúmeras pontes suspensas que, felizmente, foram refeitas em metal, sendo uma delas a famosa Ponte Hillary. A pouco tempo atrás, o trekking ganhava mais emoção com a travessia das pontes de madeira. Imagine cruzar um rio, a uma altura de mais de 100 metros, dividindo a ponte de madeira com outros turistas, carregadores com mais de 50 kg nas costas e os iaques, animais típicos da região, parecidos com bois, usados também para transporte de cargas.
Chegamos a um pequeno mirante de onde avistamos pela primeira vez o nosso principal objetivo, bem acima dos cumes do Lhotse e Nuptse, o Monte Everest, lá estava ele, imponente entre as folhagens da vegetação ali existente, com seu jet stream eterno sobre seu cume, contrastando com um céu totalmente azul, realmente um cenário fascinante. Cerca de 1,5h depois chegamos a um ponto de abastecimento de água, onde avistamos novamente a montanha mais alta do mundo. Chegamos a Namche Bazaar (3400 metros), maior vilarejo e principal centro comercial da região do Vale do Khumbu após 5h de caminhada, superando um desnível de 600 m, e seguindo diretamente para o Lodge Ama Dablam para almoçar. De certo trecho da trilha obtemos uma visão magnífica do vilarejo que fica localizado em um vale, ladeado por belas montanhas nevadas. A partir deste lodge, por possuírem banheiros coletivos ocorreriam sorteio para ordem de banhos. O nome Bazaar vem da tradição comercial desta importante cidade da região do Khumbu, com um bom número de cafés (com internet), lodges e lojas, inclusive para comprar aquele último equipamento que faltou nas aquisições em Kathmandu e artesanatos. Lógico com preços superiores. Este foi um dia difícil, porém as visões dos vales do rio do Leite e do Everest recompensaram o grande esforço.
Com o restante da tarde livre, descansamos, atualizamos nosso diário de viagem e acessamos a internet (wi-fi grátis). Junto com parte do grupo, seguimos a dica do Manoel Morgado e comemos a famosa e gostosa torta de maçã do Herman Helmers Bakery. A partir deste dia começamos o utilizar o saco de dormir para amenizar o frio intenso que fazia dentro dos quartos dos lodges, que em certas manhãs quando acordávamos marcava quase 10 graus negativos.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

TREKKING AO CAMPO BASE DO MONTE EVEREST - NEPAL





Nestes 16 dias de trilha, passei por momentos delicados. Cansaço, temperaturas baixíssimas, grandes altitudes, frio extremo, ar rarefeito, todos estes fatores fizeram com que em alguns dias me sentisse debilitado, porém com garra e determinação consegui superar tudo isto. Conheci lugares deslumbrantes que fizeram meu coração bater muito forte e as vezes descompassados, descobri a profunda felicidade de chegar ao lugar a muito sonhado e desejado e mais do que nunca, aprendi que sonhos associados a disciplina, organização e determinação podem nos levar a atingir patamares aparentemente impossíveis. E continuo sonhando e perambulando… Dedico tudo o que senti e vivenciei durante esta jornada a todas as pessoas que sonham em fazer algo diferente, algo extraordinário, e que elas, assim como eu, que desde menino, através das primeiras aulas de geografia e ciências, já ouvia falar da mais alta montanha da terra, e sonhava que um dia poderia vê-la bem de perto. Portanto sonhem também e tenham o privilégio de viver uma emocionante experiência, e possam ter a oportunidade de realizá-la. Dedico também esta grande aventura, a minha família, aos guias Manoel Morgado e Fabiana que souberam com suas lideranças conduzir o grupo, aos meus amigos, os que também conheci nesta aventura e principalmente ao meu irmão Herbert, que com seu incentivo e persistência permitiu que esse meu sonho fosse realizado. Portanto alcançar o objetivo principal representou um marco em minha vida, mas certamente não foi e nem será o único.
Ver fotos e relatório na íntegra dessa aventura no sitehttp://toperambulando.com.br/










   






















Ver fotos e relatório na íntegra dessa aventura no sitehttp://toperambulando.com.br/

LUKLA / MONJO - TREKKING AO CAMPO BASE DO EVEREST NEPAL


Expedição ao Campo Base do Everest
Finalmente chegou o grande dia, após três dias em Katmandu, com todo material e equipamentos comprados e alugados, duffle bags de cada pessoa com peso inferior a 20 kg, e após um pequeno café da manhã no hotel, o grupo composto por 20 aventureiros (10 catarinenses, 6 paulistas, 2 gauchos e Eu e Herbert, cariocas) embarcou em um micro-ônibus até ao aeroporto doméstico de Kathmandu.
Só conseguimos voar depois das 10 h, devido às condições climáticas não se encontrarem propícias para um vôo seguro. Como cada avião bimotor só tinha capacidade para 15 passageiros o grupo foi dividido em dois e transportado até o Aeroporto Tenzing-Hillary em Lukla, que dizem ser o mais perigoso do mundo, pois possui uma pista muito curta, com cerca de 500 m e bem inclinada, esculpida na encosta a mais de 2800m de altitude
na região do Khumbu entre as montanhas do Himalaia. No momento da aterrissagem, muita adrenalina, pois os aviões que pousam não podem arremeter, devido as enormes montanhas a sua frente e os que decolam, não podem falhar devido ao imenso abismo existente logo após sua cabeceira. Qualquer falha, um abraço, hehehehe. Esta viagem dura cerca de 40 minutos, e é uma das rotas aéreas mais bonitas do mundo, e com toda certeza nossa aventura começou neste vôo, que ficou marcado para sempre em nossas lembranças, pois as tão sonhadas montanhas da cadeia do Himalaia com seus cumes cobertos por neve, estavam ali, bem aos nossos pés, erguendo-se a alturas que não supúnhamos que fossem possíveis. Todos ficaram extasiados com este cenário e ansiosos pelo que encontraríamos na trilha. Uma dica de quem vai de Kathmandu para Lukla é sentar do lado esquerdo do avião. No aeroporto de Lukla, o grupo reuniu-se no Himalaya Lodge
para um reforço no café da manhã, juntamente com o lemon tea, chá que praticamente beberíamos em todos os lodges onde parássemos. Novamente foi lembrado a importância da hidratação, consumo de cerca de 4 litros diários e os cuidados com a água, que para cada litro era necessário o uso de uma pastilha de iodo, esperando cerca de 1 hora para consumi-la. Retiramos alguns itens necessários dos duffle bags e nos dedicamos a filmar e fotografar a movimentação no aeroporto, atentos sempre aos pousos e decolagem dos aviões e helicópteros, até que todas as providências fossem resolvidas para o início da caminhada. Fomos apresentados aos sherpas e demais membros da equipe que por 16 dias nos acompanhariam durante todo o percurso. De posse dos equipamentos e mochila, enfim começou o nosso grande desafio, o trekking até ao acampamento Base do Everest. Apesar de um certo receio pelo desconhecido que vinha pela frente o sentimento predominante foi de felicidade por estar embarcando em uma experiência esperada com tanta ansiedade e intensidade a muito tempo.
Lukla é um ótimo ponto de partida, pois além de propiciar uma fantástica vista das cadeias montanhosas, permite um primeiro contato mais próximo com modo de vida local. Realizamos uma caminhada de quase 6 horas de duração até o vilarejo de Monjo, nosso objetivo do dia, onde pernoitamos à beira do Dudh Kosi, o Rio do Leite, no Mount Kailash Lodge, o primeiro dos muitos lodges que seriam nossas hospedagens no caminho até o Acampamento Base do Everest, um dos poucos com banheiro e chuveiro com água quente dentro do quarto. Esse foi um dia para começarmos a nos adaptar ao o ritmo da caminhada, não houve nenhum ganho de altitude, pois permanecemos a cerca de 2800 metros, porém descemos a 2500 m e subimos novamente a 2800. A trilha fez a gente esquecer rapidamente a agitação urbana de Kathmandu, e uma realidade nova aparecer a cada curva, Stupas, rodas de oração, paisagens montanhosas, travessias de pontes, caminhantes, carregadores e o dzo.(híbrido do iaque com o gado doméstico). Os iaques só veríamos em grandes altitudes.
Neste dia caminhamos aproximadamente 3 horas até Phakding (2.650 metros), onde paramos para almoçar rapidamente, a comida servida é padrão ao longo de toda a trilha. Macarrão, arroz, sopas, alguns legumes e chás e por sugestão do nosso guia a maioria escolheu um prato característico do Nepal: o Dal bhat, que inclui basicamente arroz, legumes e lentilhas, prato preferido do Herbert (Heberto para os sherpas). A partir desse momento, já com nosso nome em um caderno, o sherpa de nome Nhara, anotava o nosso pedido para a próxima refeição, agilizando assim todo processo. Seguimos logo depois para Monjo, pois a estratégia de prosseguir adiante teve grande ganho no dia seguinte, pois caminharíamos menos até Namche Bazar e ficaríamos com toda tarde praticamente livre. Nosso guia nos orientou como proceder com relação aos carregadores e animais com carregamento que encontraríamos na trilha, sempre dando preferência a eles e ficar sempre do lado da encosta e nunca das ribanceiras, pois havia relatos de acidentes por causa de um encontro. Vislumbramos a nossa primeira grande montanha, o monte Kumbila com seu cume totalmente nevado.
O grupo jantou no lodge e ouviu o briefing para o dia seguinte, onde fomos orientados sobre o que levar na mochila, cuidados sobre aclimatação e tudo sobre a regra dos horários: 6 – 7 – 8 (acordar as 6:00h, arrumar os duffle bags, colocando-os do lado de fora dos quartos para o transporte dos carregadores e realizar a higiene pessoal até as 7 e tomar café e sair até as 08:00h) que serviria para todos os lodges daqui pra frente. É interessante destacar que o único local com aquecimento em todos os lodges do trekking era justamente onde eram realizadas as refeições, através de uma estrutura de ferro, com chaminé que expelia a fumaça para fora do ambiente, onde eram queimadas lenhas ou fezes seca dos iaques nos lodges situados em grandes altitudes onde não havia lenha disponível.
Ver fotos, dicas e relatório na íntegra dessa aventura no sitehttp://toperambulando.com.br/